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Verificar certificado SSL

Escreva uma máquina. Abrimos uma ligação a sério, lemos o certificado que ali é servido e dizemos o que vale — também nas portas que um navegador nunca lhe mostra.

443 para a web, 993 para IMAP, 465 ou 587 para o correio de saída.

Dois «não funciona» diferentes

Um certificado que não cobre o nome que pergunta e um cuja cadeia não se pode validar veem-se iguais num navegador e arranjam-se em sítios diferentes: o primeiro tem de ser pedido outra vez com esse nome lá dentro; o segundo costuma ser o certificado intermédio em falta no servidor — e isso vê-se nas máquinas dos outros e não na sua, porque a sua já o tem.

O que isto não lhe diz

Um olhar a partir de uma máquina. Um certificado que se renova sozinho pode deixar de se renovar sem o dizer, e só dá por isso no dia em que expira — que calha a um domingo as vezes suficientes para não querer descobrir assim.

Ser avisado antes de expirar

Isto é um olhar avulso. Vigiá-lo e avisá-lo 30, 14, 7, 3 e 1 dias antes é o que faz a vigilância — e vigia a renovação, que é o que de facto falha.

Ver a vigilância →

Perguntas frequentes

O meu certificado renova-se sozinho. Para quê verificá-lo?
Porque uma renovação que deixa de funcionar não o anuncia. O comando continua no temporizador, a última renovação continua no disco, e o único sinal é o site a vermelho no dia em que expira. Olhar custa dois segundos; ser avisado não custa nada.
No meu navegador funciona e aqui diz que não se pode validar. Quem tem razão?
Os dois, e é mesmo esse o ponto. O seu navegador já guardou o certificado intermédio de outro site que visitou, por isso tapa o buraco sozinho. Uma máquina que nunca o viu — um telemóvel, uma aplicação, outro servidor — não consegue, e para essa o site está partido.
Porque posso pedir uma porta que não seja a 443?
Porque o certificado que lhe parte o correio é o da 993 ou o da 465, e nenhum navegador lho vai mostrar. A mesma máquina, outro serviço, e muitas vezes um certificado de que ninguém se lembrou de renovar.